
A ludopatia é um transtorno reconhecido. As casas de aposta têm o dever legal de jogo responsável - autoexclusão, limites e proteção do apostador vulnerável. Quando esse dever falha, pode caber reparação.
A ludopatia é uma doença, não falta de força de vontade - e a lei reconhece isso ao impor deveres às plataformas. Se algo acima soou familiar, o caso merece uma análise técnica.
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A Lei 14.790/2023, que regulou as apostas de quota fixa, e o Código de Defesa do Consumidor impõem às plataformas deveres de jogo responsável: mecanismos de autoexclusão, limites de depósito, prevenção ao jogo patológico e proteção do apostador vulnerável. A falha nesses deveres pode gerar responsabilidade.
Trata-se de um tema em construção na jurisprudência, apoiado no CDC e no marco legal das apostas. Cada caso é avaliado individualmente, sem promessa de resultado - e a via jurídica não substitui o cuidado com a saúde, que caminha junto.
Falar com um advogadoCada novo depósito aprofunda o prejuízo, e o histórico de apostas, os pedidos de bloqueio e as tentativas de autoexclusão são justamente as provas que sustentam o caso.
O direito de pleitear reparação tem prazo, e essas provas ficam mais difíceis de reunir com o tempo. Preservá-las cedo é o que mantém a porta aberta.
Extratos, histórico de apostas e comunicações com a plataforma são examinados a fundo, junto do quadro de saúde.
Um parecer aponta as falhas nos deveres da plataforma e os cenários possíveis - com transparência sobre prazos, sem promessa de resultado.
A ação é ajuizada discutindo a responsabilidade da casa de aposta e a reparação dos danos.
Atualizações claras a cada etapa do processo, até a decisão.
A ludopatia é um transtorno reconhecido, e a lei impõe às casas de aposta deveres de proteção. A responsabilidade é avaliada caso a caso, conforme a falha desses deveres.
Sim. A falha em impedir o acesso após o pedido de autoexclusão é um dos pontos centrais da responsabilidade da plataforma.
Não há garantia de resultado. Discute-se a responsabilidade da plataforma e a reparação dos danos, conforme as provas e as circunstâncias do caso.
Extratos de depósitos e apostas, comunicações com a plataforma, pedidos de bloqueio ou autoexclusão e documentos que demonstrem o quadro. Guardá-los fortalece o caso.
Depende da situação; a atuação no Brasil e o alcance ao consumidor são analisados caso a caso.

Atuação quando há falha de segurança do banco: PIX, cartão clonado ou empréstimo não contratado.

Revisão de contratos de consumo com cláusulas que desequilibram a relação.

Atuação quando um produto ou serviço não entrega o que foi contratado.
Conte sobre a sua situação. O contato inicial é sem compromisso.