A busca e apreensão tem regras rígidas - e prazos que correm a seu favor. Antes de perder o bem, é possível reagir.
Se uma delas soou familiar, vale entender o seu caso a fundo - antes que o tempo trabalhe contra.
Falar com um advogado
A apreensão exige comprovação da mora por notificação válida e decisão judicial. Dentro do prazo legal, é possível pagar as parcelas vencidas e reaver o veículo (purgação da mora), além de discutir encargos abusivos que inflaram o saldo.
A discussão se apoia no Código de Defesa do Consumidor e na jurisprudência do STJ. Cada contrato é avaliado individualmente, sem promessa de resultado.
Falar com um advogadoOs prazos são curtos e correm da citação. Cada dia parado reduz as chances de purgar a mora e manter o veículo.
Ignorar a ação faz o devedor perder justamente os direitos que a lei lhe assegura, inclusive o de discutir o valor cobrado.
Documentos e números são analisados a fundo, para identificar o que de fato pode ser discutido.
Um parecer aponta os pontos questionáveis e os cenários possíveis - com transparência sobre prazos e custos, sem promessa de resultado.
A ação adequada é ajuizada, discutindo os pontos levantados e, quando cabível, a devolução de valores.
Atualizações claras a cada etapa do processo, até a decisão.
Em regra sim. Dentro do prazo, a purgação da mora permite quitar as parcelas vencidas e reaver o veículo.
A ausência de notificação válida pode impedir o prosseguimento da ação e é analisada na defesa.
Depende do estágio, mas há medidas cabíveis dentro dos prazos. Quanto antes for analisado, mais opções existem.
Sim. Encargos abusivos que compõem o saldo podem ser questionados na própria defesa.

Quando a taxa cobrada vai muito além do praticado no mercado, é possível questionar o contrato e recuperar o que foi pago a mais.

Uma auditoria técnica do contrato para identificar cobranças e encargos que não se sustentam.

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Conte sobre a sua situação. O contato inicial é sem compromisso.